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Crianças não são preconceituosas!


De acordo com um estudo realizado pelos pesquisadores das Universidades de Nova York (NYU) e Amsterdam, as crianças de 5 e 6 anos (público alvo da pesquisa) se espelham nos adultos que fazem parte da formação e construção de sua identidade, se inspirando na forma de como agir e pensar. Tara M. Mandalaywala, da NYU, líder do estudo disse que “crenças sobre raça se desenvolvem com o tempo em resposta a situações específicas”. Sendo assim, as crianças não nascem preconceituosas, a discriminação não faz parte da infância, e sim reproduzem um comportamento que estão vivenciando.

O que podemos fazer?

Para combatermos o preconceito, é importante que ajudemos as crianças a terem empatia pelos outros, e mostra-las como a discriminação é injusta e cruel. O respeito deve ser palavra de ordem na sociedade. Respeitando, garantimos o direito de felicidade do outro. Aceitar seu filho como único e especial faz com que a criança se sinta bem consigo mesma e menos propensa a ser preconceituosa. É muito importante também, falar das diferenças e como isso enriquece a nossa vivência. Quando ocorrerem conflitos, incentive seus filhos a pensar em como a outra pessoa pode estar se sentindo e buscar o diálogo respeitoso para solução de problemas. Falar sobre o assunto, também é válido: ajude as crianças a reconhecer casos de estereótipos, preconceitos e discriminações (programas de televisão e filmes oferecem oportunidades para a discussão).

De acordo com estudos, estimular o raciocínio crítico das crianças pode ser a melhor forma de combate ao preconceito. A família sempre como mediadora e parceira da escola. Seja firme e não deixe que ninguém seja excluído ou sofra com brincadeiras maldosas baseadas em religião, etnia, deficiência, orientação sexual ou aparência.

Crianças que convivem com a diferença desenvolvem atitudes mais positivas em relação às outras pessoas. Conhecer outras culturas, outras maneiras de pensar, outras opiniões, vão ajuda-los a compreender e desenvolver respeito e valorização ao outro, mesmo que não partilhe da mesma opinião.

Fonte: www.paisefilhos.com.br

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